terça-feira, 10 de abril de 2018



INCLUSÃO BILÍNGUE NAS ESCOLAS

Relatando sobre inclusão da disciplina de libras, nas escolas temos um grande desafio a ser enfrentado, pois colocar a libras a partir do infantil como diz no artigo 22, que bilíngue seja aberta aos alunos surdos e ouvintes com professores bilíngues, tendo em vista isto vemos que a coisa não é tão fácil como parece, colocar crianças surdas em aulas regulares sem que estas mesmas não dominem libras e nem que consegue ouvir sabe usar e sendo assim fica um interprete na sala sem nenhuma serventia. Pra falar em inclusão não é só colocar crianças surdas em escolas regulares, e sim trazer condições desde o infantil para as crianças surdas, ouvintes e professores a capacitação necessária para que tenhamos uma inclusão verdadeira onde todo converse e todos entendam.
Estou relatando e defendo uma inclusão, mais com qualidade, não da forma que precisamos onde as escolas recebem estas crianças pensando no beneficio em que elas recebem sem se preocupar com o profissional qualificado que possa atender suas necessidades e fazer com que esta criança se sinta acolhida no ambiente e possa ter um aprendizado satisfatório. Nos dias atuas se faz necessário que o profissional em educação tenha uma formação para crianças com necessidades especiais, para que a educação seja realmente pra todos.
Falta uma iniciativa dos governos para que libras se torne realmente a segunda língua brasileira, pois no papel existe, mas onde encontramos escolas que já adotou isso, e como fazer isso acontecer? A cada dia aumenta o numero de estudantes com surdez, sendo assim a escola só vai se preocupar quando aparecer em seu portão uma criança necessitando.  Temos que estar preparado antes que aconteça, pois quem necessita não pode esperar que você se qualifique, as escolas tem que avançar nesta expectativa e não colocar em seus murais frases lindas sobre inclusão, em seus relatórios que tem alunos especiais e na pratica o que vemos é uma exclusão onde o que precisa mais recebe menos.


Fonte: BRASIL. Decreto-lei nº.  5626.  Regulamenta a Lei nº.  10436, de 24 de abril de 2002, e o artigo 18 da Lei no 10.098, de 19de dezembro de 2000. Brasília: SEESP/MEC, 2005.

quinta-feira, 9 de março de 2017

BIO AÇÃO 2 ECOLOGIA, FALANDO SOBRE CADEIA ALIMENTAR/ TEIA , COMO TRABALHAR EM SALA DE AULA COM JOGOS DIDÁTICOS.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

neste trabalho trago a importância dos micro-organismo e seus lado prejudicial a saúde.

quarta-feira, 13 de abril de 2016



Descrição: E:\UAB 1.pngDescrição: E:\EAD 1.jpg Descrição: E:\UAB 1.pngDescrição: E:\EAD 1.jpg 
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ – UECE.
UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL – UAB.
EDUAÇÃO A DISTÂNCIA – EaD.
POLO: RUSSAS – CEARÁ.






CURSO: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
DISCIPLINA: GENÉTICA
PROFESSOR: EDSON LOPES
ALUNOS: JOSÉ HERMENEGILDO DE OLIVEIRA
FRANCISCO MÁRCIO XAVIER
ASSUNTO: CORDEL SOBRE GENÉTICA









RUSSAS – CEARÁ.
ABRIL/2016


GENÉTICA


O estudo da genética
É uma realidade
Definida por Mendel
Dando seu conceito
Da hereditariedade.

Com essa descoberta
Da genética molecular
Trouxe conhecimento
Devido o seu aumento
A estrutura do DNA.

Para determinar os padrões
E daí avaliar
Uma área importante
Que usa informação
Da genética particular.

Estuda as populações
A disciplina essencial
E a distribuição
E tem sua fundação
Da genética populacional.

A genética desenvolve
De uma espécie particular
É um estudo recente
Se descobriu de repente
Em todo DNA.

Algumas genéticas clássicas
Foram abandonadas
Devido o conhecimento
Embora algumas ideias
Foram modificadas.

Mas o estudo genético
Foi descoberto um dia
Com a hereditariedade
E com a finalidade
Faz parte da ecologia.

Mendel fez experiências
Com plantas e animais
Ele teve sucesso
De particularidade
E escolha de materiais.

A partir de sua análise
Um conceito definiu
Isso foi fundamental
Com a hereditariedade
Muitas ideias surgiu.